sábado, 18 de junho de 2011

Professor e a tecnologia

Vivemos no mundo em que a tecnologia tornou-se um fator essencial para a nossa vida, já não conseguimos nos imaginar sem um aparelhinho para nos controlar, seja o relógio, o celular, o vídeo o ipod, e assim por diante.
Na educação, isso não é diferente. È computador, data show, lousa magnética, notebook em sala de aula e outras coisas mais. Diante disso um ator essencial do processo de ensino aprendizagem, que é o professor foi para a berlinda, e a todo momento se ouve, se lê, se fala impulsivamente, de que se o professor não se modernizar não poderá acompanhar o desenvolvimento tecnológico. Professores excelentes, que contribuíram na formação de vários profissionais, de repente porque não usam um computador ou qualquer tecnologia moderna, pouco importa se porque não gostam, ou não sentem necessidade de utilizar, são marginalizados, às vezes até ridicularizados diante de seus colegas, por não optarem por essa nova forma ou essa nova maneira de ver a aprendizagem.
Revistas especializadas em educação são categóricas ao afirmar que o momento necessita de um novo professor, um professor que saiba lidar com as novas tecnologias, por que um novo aluno surgiu para transformar a educação, um aluno que já nasce lidando com a tecnologia. E ai, onde fica a experiência, os anos de estudos deste profissional, o conhecimento acumulado ao longo dos anos, tudo isso foi de água a baixo, apenas porque não sabe ou não quer lidar com aparatos da modernidade.
Precisamos evoluir, acompanhar o desenvolvimento tecnológico, mas não podemos de forma alguma, jogar todas as fichas de um só vez, numa coisa que ainda não faz parte de pelo menos um quantidade expressiva da população. Há coisas mais urgentes. E nada pode sobrepor o respeito à dignidade humana.

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