Em 1986,eu começava a lecionar para alguns alunos que iam mal na escola.Era apenas uma forma de ganhar um dinheiro extra enquanto eu terminava meus estudos.
Em 2011,passaram 25 anos e lecionei para mais de 500 pessoas,contando aulas de reforço e alunos de escola.Amo o que faço.
Agradeço a Deus por todas as crianças,adolescentes e adultos que confiaram no meu trabalho.
Agradeço a Deus a oportunidade de aprender com esses alunos e suas famílias e crescer como pessoa e profissionalmente.
Nesses 25 anos,fiz amigos e irmãos.Alunos me ensinaram o valor da perseverança,outros me mostraram a tristeza da desistência.Mas,valeu a pena!
Hoje,tenho o prazer de dar aulas para os filhos dos meus queridos alunos de ontem.Me sinto honrada com a confiança que depositam em mim.
É muito bom encontrar alunos que se formaram,que passaram em concursos,que formaram famílias e que,ainda encontram tempo para me abraçar e me tratar com carinho.Pais e mães que se tornaram importantes na minha história de vida.
Depois de 25 anos ainda me emociono com adultos aprendendo a ler,com alunos melhorando na escolas.Me motiva cada aluno difícil que Deus permite que eu ensine.Nesses 25 anos orei por cada aluno e suas famílias pedindo sempre que a união e o amor fizesse parte da vida de cada um.
Sinto saudades daqueles alunos que faleceram.Sinto esperanças de rever alunos que deixaram saudades,sinto alegria de cada aluno encontrado através da internet e sinto motivação com cada aluno que chega.
Mesmo nos anos de doença,tive o carinho,apoio e oração de alunos e suas famílias.Agradeço a Deus por tudo!
OBRIGADA,SENHOR!!!!!!!!!!!!!!
Compartilhar experiências e histórias sobre alunos,professores e família.Muitas dicas de estudo e atividades para professores.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Criança Certinha Pode Esconder Transtornos
O fato de ser tímido, bem educado e bom aluno não causa estranhamento. Ao contrário, dizem especialistas, ajuda a explicar o ato do menino de 10 anos que atirou na professora e se matou na Escola Municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano, quinta-feira.
"É a criança mais boazinha de todas, aquela que é exemplar, que pode ter um funcionamento mental psicótico que está acobertado", afirma Anne Lise Scappaticci, psicanalista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e terapeuta familiar.
Mas, apesar de ser um traço de personalidade, é possível procurar tratamento e prevenir que tragédias como essa aconteçam, explica a psicanalista.
O primeiro passo, segundo Anne, é a família estar alerta para comportamentos como esse. As crianças podem ser tímidas, isso não é problema, mas precisam expressar impulsividade, raiva e nervosismo. Se elas mantêm sempre um comportamento sereno, é sinal de que algo pode estar errado. Podem estar encapsulando sentimentos importantes.
"Quando a criança é extrovertida e bagunceira demais, os pais até procuram atendimento. Mas um filho introvertido acaba não recebendo cuidados. Como aparentemente não dá trabalho, ninguém se atenta. É um processo inconsciente", compara Anne.
Pedagogia. A escola também pode ajudar a intervir nesse processo. Apesar da comodidade de se ter um aluno aplicado e que não tumultua a aula, o professor precisa desconfiar dessa atitude e propor atividades que o ajudem a detectar problemas emocionais.
Silvio Barini Pinto, diretor do Colégio São Domingos, em São Paulo, conta que já conseguiu perceber esses "recolhimentos problemáticos" por meio de uma prática pedagógica que faz com que o aluno exercite sua subjetividade.
Após as aulas de leitura, por exemplo, os alunos têm de escrever de que forma aquele texto mexeu com ele. No caso de crianças menores, a análise de alguns desenhos chama a atenção.
"Muitas vezes, nos aparecem questões emocionais sérias, sinais de agressividade latente e daí agimos rápido", diz Pinto. A escola avisa a família e a criança é encaminhada para tratamento psicológico.
É importante, no entanto, que a escola não rotule a criança, ressalva a psicanalista e professora da PUC Silvana Rabello. "Identificar sofrimento é uma coisa, dar diagnóstico é outra. Não se pode esquecer que a função do educador é apenas a primeira. Se ele, além de acolher, decidir rotular, vai fazer com que a criança sofra ainda mais", diz.
Na investigação de transtornos mais sérios é recomendável, ainda, conversar com amigos mais próximos da criança. Apesar de pessoas com esse perfil terem poucos amigos, é comum que, antes de cometerem um ato extremo como o da última semana, elas contem para alguém o que estão planejando.
Idade crítica. Por fim, não se deve, de forma alguma, subestimar a capacidade das crianças. Mesmo as menores conseguem arquitetar uma ação violenta. E a fase da pré-adolescência é bem crítica
Segundo Anne, é por volta dos 10 anos que o ego está mais fragilizado. "Eles acham que brincando vão sentir o prazer da infância, mas já não o sentem e, ao mesmo tempo, já não têm o adulto como referência."
Ingredientes suficientes para um rompante que pode ter a escola como cenário. Afinal, é nela que a criança se vê obrigada a se socializar e a prestar contas. Um esforço muito grande para quem não está bem.
Fonte: O Estado de S. Paulo
"É a criança mais boazinha de todas, aquela que é exemplar, que pode ter um funcionamento mental psicótico que está acobertado", afirma Anne Lise Scappaticci, psicanalista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e terapeuta familiar.
Mas, apesar de ser um traço de personalidade, é possível procurar tratamento e prevenir que tragédias como essa aconteçam, explica a psicanalista.
O primeiro passo, segundo Anne, é a família estar alerta para comportamentos como esse. As crianças podem ser tímidas, isso não é problema, mas precisam expressar impulsividade, raiva e nervosismo. Se elas mantêm sempre um comportamento sereno, é sinal de que algo pode estar errado. Podem estar encapsulando sentimentos importantes.
"Quando a criança é extrovertida e bagunceira demais, os pais até procuram atendimento. Mas um filho introvertido acaba não recebendo cuidados. Como aparentemente não dá trabalho, ninguém se atenta. É um processo inconsciente", compara Anne.
Pedagogia. A escola também pode ajudar a intervir nesse processo. Apesar da comodidade de se ter um aluno aplicado e que não tumultua a aula, o professor precisa desconfiar dessa atitude e propor atividades que o ajudem a detectar problemas emocionais.
Silvio Barini Pinto, diretor do Colégio São Domingos, em São Paulo, conta que já conseguiu perceber esses "recolhimentos problemáticos" por meio de uma prática pedagógica que faz com que o aluno exercite sua subjetividade.
Após as aulas de leitura, por exemplo, os alunos têm de escrever de que forma aquele texto mexeu com ele. No caso de crianças menores, a análise de alguns desenhos chama a atenção.
"Muitas vezes, nos aparecem questões emocionais sérias, sinais de agressividade latente e daí agimos rápido", diz Pinto. A escola avisa a família e a criança é encaminhada para tratamento psicológico.
É importante, no entanto, que a escola não rotule a criança, ressalva a psicanalista e professora da PUC Silvana Rabello. "Identificar sofrimento é uma coisa, dar diagnóstico é outra. Não se pode esquecer que a função do educador é apenas a primeira. Se ele, além de acolher, decidir rotular, vai fazer com que a criança sofra ainda mais", diz.
Na investigação de transtornos mais sérios é recomendável, ainda, conversar com amigos mais próximos da criança. Apesar de pessoas com esse perfil terem poucos amigos, é comum que, antes de cometerem um ato extremo como o da última semana, elas contem para alguém o que estão planejando.
Idade crítica. Por fim, não se deve, de forma alguma, subestimar a capacidade das crianças. Mesmo as menores conseguem arquitetar uma ação violenta. E a fase da pré-adolescência é bem crítica
Segundo Anne, é por volta dos 10 anos que o ego está mais fragilizado. "Eles acham que brincando vão sentir o prazer da infância, mas já não o sentem e, ao mesmo tempo, já não têm o adulto como referência."
Ingredientes suficientes para um rompante que pode ter a escola como cenário. Afinal, é nela que a criança se vê obrigada a se socializar e a prestar contas. Um esforço muito grande para quem não está bem.
Fonte: O Estado de S. Paulo
sábado, 3 de setembro de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
MENSAGEM PARA QUEM FAZ CONCURSOS
Nesta vida nada é tão fácil como pensamos, vemos pessoas bem sucedidas e felizes, mas não sabemos o que ela faz para está na posição que chegou. Não sabemos também o que essa pessoa enfrentou para conquistar a vitória tão almejada por muitos. Infelizmente o sucesso é para uma minoria e é essa pequena quantidade de pessoas que conseguem se sentir realizada e feliz. O homem nasceu para conquistar algo na vida e é isso que o faz satisfeito e feliz. Quando conseguimos algo com o nosso esforço, mesmo que seja pequeno, ficamos felizes. Não adianta tentar fazer uma pessoa vencer se ela não estiver estimulada e preparada para enfrentar as dificuldades. Quando decidimos algo em nossa vida e tomamos partido para que aconteça tudo se torna um desafio, mas que no final o resultado é a vitória. Vencer obstáculos é uma tarefa difícil e árdua, mas nem sempre impossível. Para passar em um concurso o candidato tem que enfrentar uma jornada difícil, cheio de obstáculos e quase impossível. A maioria dos concursos está cada vez mais concorrente e mesmo que o candidato faça uma pontuação alta, ainda, talvez, não seja possível ser classificado. Imagine você passar meses estudando e por causa da concorrência não for possível ser classificado diante da regra do desempate. Isso desanima qualquer pessoa, mas se você conseguiu ficar entre os melhores, então tem todas as chances de vencer. Nunca desista de seus objetivos, um dia você chega lá. Continue estudando até chegar sua vitória.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Eu preciso de férias, preciso descansar, preciso pensar. Preciso parar de me preocupar com certas coisas e começar a me preocupar com o que realmente importa. Preciso levar a vida um pouco mais a sério, preciso me levar a sério. Preciso me desprender de memórias, de parar de pensar no que poderia ter acontecido, no que eu poderia ter sido. Preciso parar de pensar no passado, e começar a lembrar do presente e do futuro.
sábado, 9 de julho de 2011
Como Escolher um Curso Técnico?
Optar por um curso profissionalizante requer alguns cuidados para evitar problemas futuros. Assim como na escolha de qualquer curso, a primeira coisa a ser observada é a aptidão para a área, o que pode ser obtido com um teste ou orientação vocacional. É importante conhecer a carreira e o mercado de trabalho, conversando com profissionais da área para saber se é isso o que se quer. Não adianta fazer um curso que está em alta no momento se o aluno não possui vocação para trabalhar na área.
Depois de escolher a área em que irá atuar, vale conhecer a entidade que oferece o curso para saber qual o conceito e a aceitação dos profissionais formados pela instituição no mercado de trabalho.
É importante conhecer os professores e as disciplinas que serão ministradas durante o curso. Os professores devem ter uma vasta experiência no mercado de trabalho para trazer esta realidade para a sala de aula, e as disciplinas precisam ser voltadas para a prática profissional.
A principal vantagem de quem ingressa em um curso técnico é o acesso mais rápido ao mercado de trabalho. Em média, os cursos têm duração de dois anos e o estudante, normalmente, tem mais facilidade para obter uma vaga de estágio dentro da sua área de atuação. Na graduação tradicional, o estudante demora, em média, quatro anos para receber o seu diploma.
A desvantagem, nos cursos técnicos, é que o enfoque é dado em uma área específica. Já os de graduação, como possuem mais disciplinas, oferecem uma formação mais generalista, o que permite uma visão mais crítica e aprofundada, o que pode gerar vantagens no mercado de trabalho.
Depois de escolher a área em que irá atuar, vale conhecer a entidade que oferece o curso para saber qual o conceito e a aceitação dos profissionais formados pela instituição no mercado de trabalho.
É importante conhecer os professores e as disciplinas que serão ministradas durante o curso. Os professores devem ter uma vasta experiência no mercado de trabalho para trazer esta realidade para a sala de aula, e as disciplinas precisam ser voltadas para a prática profissional.
A principal vantagem de quem ingressa em um curso técnico é o acesso mais rápido ao mercado de trabalho. Em média, os cursos têm duração de dois anos e o estudante, normalmente, tem mais facilidade para obter uma vaga de estágio dentro da sua área de atuação. Na graduação tradicional, o estudante demora, em média, quatro anos para receber o seu diploma.
A desvantagem, nos cursos técnicos, é que o enfoque é dado em uma área específica. Já os de graduação, como possuem mais disciplinas, oferecem uma formação mais generalista, o que permite uma visão mais crítica e aprofundada, o que pode gerar vantagens no mercado de trabalho.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Pressão para Estudar
Quando as provas começam a pressão para que os alunos tirem notas boas é enorme.O aluno fica coagido com tanta pressão.Família e escola se juntam para exigir bom desempenho.Não se importam com lado emocional do aluno.
Não gostar de estudar,aulas chatas,professores autoritários ou sem autoridade,conteúdos extensos,provas,trabalhos,testes e simulados deixam qualquer aluno nervoso.
Como mãe,aconselho a conversar em casa com os filhos,programar horas de estudo e auxiliar naquilo que for possível.
Como professora,aconselho aos professores a revisarem bem a matéria,dar questionários,ajudar o aluno a se organizar.
Toda a família deve se envolver para que a criança ou adolescente se sinta motivado a estudar e ter bom desempenho.
Em todo caso,se o bom desempenho não vier,procure conversar,confortar.Dê valor ao seu esforço,se una a ele nessa hora ruim.Deixe a bronca para mais tarde.Curta as férias relaxando o mais que puder.
Em agosto,reprograme as horas de estudo.Tenha uma boa conversa.Mostre o valor da responsabilidade e do sacrifício.Nunca deixe de acreditar em seu potencial.
O segredo para que uma criança ou adolescente estude é equilibrar pressão com muito amor e zelo.
Não gostar de estudar,aulas chatas,professores autoritários ou sem autoridade,conteúdos extensos,provas,trabalhos,testes e simulados deixam qualquer aluno nervoso.
Como mãe,aconselho a conversar em casa com os filhos,programar horas de estudo e auxiliar naquilo que for possível.
Como professora,aconselho aos professores a revisarem bem a matéria,dar questionários,ajudar o aluno a se organizar.
Toda a família deve se envolver para que a criança ou adolescente se sinta motivado a estudar e ter bom desempenho.
Em todo caso,se o bom desempenho não vier,procure conversar,confortar.Dê valor ao seu esforço,se una a ele nessa hora ruim.Deixe a bronca para mais tarde.Curta as férias relaxando o mais que puder.
Em agosto,reprograme as horas de estudo.Tenha uma boa conversa.Mostre o valor da responsabilidade e do sacrifício.Nunca deixe de acreditar em seu potencial.
O segredo para que uma criança ou adolescente estude é equilibrar pressão com muito amor e zelo.
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